Redondo, 2 de agosto de 2025 – A vila de Redondo abriu hoje oficialmente as portas à edição 2025 das Ruas Floridas, uma das mais emblemáticas manifestações de arte popular em Portugal. A cerimónia inaugural decorreu ao final da manhã e reuniu centenas de visitantes, entidades locais e nacionais, voluntários e amantes da cultura alentejana.
A abertura foi presidida por Maria da Graça Carvalho, Ministra do Ambiente e Energia, que elogiou o papel das comunidades na preservação de tradições sustentáveis e na valorização do território. Em discurso oficial, destacou Redondo como um exemplo de como a cultura pode mobilizar, unir e projetar uma região.
Entre os convidados institucionais estiveram presentes o Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Dr. António Ceia da Silva, o Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, e, naturalmente, o Presidente da Câmara Municipal de Redondo, David Galego.
O evento arrancou com animação popular a cargo dos Tomba Lobos, dando o tom festivo e tradicional que caracteriza a celebração.
Mais de 25 ruas, travessas e praças estão decoradas com estruturas feitas exclusivamente de papel, fruto de meses de trabalho comunitário e artesanal. São milhares de flores, figuras, cenários e composições que traduzem identidade, memória e dedicação coletiva.
O Alentrium.pt marcou presença na cerimónia e divulgou um vídeo onde se capta a essência do momento inaugural: o entusiasmo de quem cria, a emoção de quem vê florescer o sua terra e o orgulho de uma vila que se transforma para receber o país. No vídeo, mostranos os primeiros passos sob os arcos coloridos e o som dos aplausos compõem um retrato autêntico de um evento feito de mãos e corações.
As Ruas Floridas de Redondo 2025 decorrem até 10 de agosto, com um programa cultural diversificado que inclui música, folclore, gastronomia, exposições e atividades para todas as idades. A entrada é gratuita.
Redondo reafirma-se, assim, como palco vivo da cultura popular portuguesa, onde o passado se entrelaça com o presente e onde cada rua é um tributo ao engenho coletivo.


