Novo vinho é elaborado exclusivamente com uvas da Herdade do Esporão e reforça a estratégia da marca de apostar na viticultura biológica, na biodiversidade e na redução do impacto ambiental.
A Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, apresentou o seu primeiro Colheita Rosé biológico, um vinho produzido exclusivamente com uvas da propriedade, reforçando a aposta da marca na agricultura biológica e em práticas de produção mais sustentáveis. O lançamento representa mais uma etapa de um percurso iniciado em 2007, quando começou a conversão das vinhas para o modo de produção biológico.

O novo Colheita Rosé resulta de uma seleção das primeiras castas vindimadas, procurando preservar a frescura e a expressão natural da fruta. Segundo a informação divulgada pela marca, o vinho fermenta em cubas de betão e não estagia em madeira, uma opção que privilegia um perfil mais fresco, vibrante e elegante.
A aposta na sustentabilidade estende-se também à apresentação do produto. A garrafa elimina a cápsula tradicional e apresenta um rótulo simplificado, soluções que, de acordo com o Esporão, contribuem para reduzir o impacto ambiental da embalagem.
Na edição de 2025, o rótulo destaca a Centáurea-comum, uma planta espontânea associada à biodiversidade das vinhas e à proteção dos solos, simbolizando a ligação entre a produção vitivinícola e a conservação dos ecossistemas.
A estratégia da empresa na área da viticultura biológica teve início em 2007, com a conversão das vinhas, e conheceu um novo marco dez anos depois, com o lançamento do primeiro vinho biológico da casa. O novo Colheita Rosé surge agora como mais um passo nesse percurso.
Segundo a marca, o objetivo continua a ser produzir vinhos com maior identidade, privilegiando uma intervenção mínima ao longo do processo de produção e promovendo um modelo de viticultura mais equilibrado e próximo da natureza.
Augusta Serrano – Jornalista


